A pobreza tanto existe em sociedades não desenvolvidas, como nas desenvolvidas. Algumas das principais causas de pobreza são, o desemprego, a falta de trabalho, o envelhecimento da população.
Pobreza pode ser dividida em dois conceitos:
- Pobreza absoluta;
- Pobreza relativa
A pobreza absoluta parte do princípio de que todas as pessoas têm acesso a recursos mínimos que satisfazem as necessidades básicas, e que garantem a sobrevivência.
Dito isto, é pobreza absoluta quando essas necessidades não são satisfeitas.
Um exemplo de pobreza absoluta são os indivíduos sem-abrigo, e/ou que não têm dinheiro para roupa ou comida
Porém, este conceito assume a existência de um padrão mundial de necessidades básicas. Este padrão é muito difícil de ser encontrado, pois existem bens, em Portugal, considerados essenciais e quase banais que em países sub-desenvolvidos são escassos. Saneamento e energia elétrica, em Portugal, são bens comuns a quase toda a população, porém, em países Africanos ou Sul Americanos são considerados bens de luxo.
Porém, este conceito assume a existência de um padrão mundial de necessidades básicas. Este padrão é muito difícil de ser encontrado, pois existem bens, em Portugal, considerados essenciais e quase banais que em países sub-desenvolvidos são escassos. Saneamento e energia elétrica, em Portugal, são bens comuns a quase toda a população, porém, em países Africanos ou Sul Americanos são considerados bens de luxo.
Para ultrapassar este problema, pode-se utilizar outro conceito de pobreza, a pobreza relativa.
A pobreza relativa toma em consideração o contexto social do indivíduo. Isto é, para avaliar a pobreza, toma-se em conta o estilo de vida da maioria da população onde se verifica o problema.
Consideram-se pobres todos aqueles cuja escassez de recursos os impede de satisfazer as necessidades básicas da sociedade onde se encontram.
Um dos critérios mais utilizados para medir a pobreza relativa é definir um limiar de rendimento. Em Portugal e nos países da UE é considerado pobre aquele cujos rendimentos são inferiores a 60% da mediana do rendimento disponível no país.
Um dos critérios mais utilizados para medir a pobreza relativa é definir um limiar de rendimento. Em Portugal e nos países da UE é considerado pobre aquele cujos rendimentos são inferiores a 60% da mediana do rendimento disponível no país.
Modos de vida e Cultura
As pessoas que vivem em situações de pobreza partilham condições de vida parecidas, o que muitas vezes as leva a modos de vida próprios, adaptados.
Estas condições, ou falta delas, dão origem à criação de novas culturas, com os seus valores, crenças, atitudes e estilos de vida.
Estas novas culturas são geralmente chamadas de culturas da pobreza.
Dois exemplos são as favelas e as comunidades afro-americanas, os guetos.
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| https://www.theguardian.com/film/2016/oct/27/boyz-n-the-hood- review-blistering-humanitarian-classic-john-singleton |
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| https://rioonwatch.org.br/?p=38277 |
Pobreza e exclusão social
A exclusão social é fruto de diversas privações, a indivíduos ou grupos, de usufruírem da cidadania e dos direitos oferecidos pela mesma. Esses direitos são resumidos à participação na vida em sociedade.
Porém, exclusão social não implica a existência de pobreza, sendo que, pobreza implica sempre exclusão social.
Poderá existir exclusão, devido à falta de recursos, mas poderá também ocorrer apenas exclusão social, onde o indivíduo é expulso e privado da sociedade.
O maior exemplo de exclusão social são os sem-abrigo, que foram abandonados e rejeitados pela sociedade. Não tem casa, trabalho, quase que não têm direitos.
Grupos sociais mais vulneráveis à pobreza em Portugal
Em Portugal, os grupos sociais mais vulneráveis à pobreza são constituídos por pessoas:
- Com baixos níveis de instrução e qualificação;
- Em situações de desemprego e não inserção nos sistemas de proteção social;
- Idosos com reformas baixas;
- Pertença a grupos desfavorecidos;
- Toxicodependentes, crianças e jovens em risco.
Para combater a pobreza, o Estado tem de atuar, fornecendo não só subsídios, como promovendo a igualdade de oportunidades a toda a população. Contudo, apesar de já serem uma grande ajuda, as medidas implementadas revelam-se ainda insuficientes para eliminar ou reduzir substancialmente a pobreza em Portugal.
Tomás Diniz



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