quinta-feira, 27 de maio de 2021

Novo lugar da criança em casa e na sociedade


O lugar da criança em casa e na sociedade de hoje em dia mudou bastante em comparação há de seculos atrás.

As crianças na sociedade de há seculos atrás acabavam por ir muito cedo trabalhar principalmente nos campos ou noutras atividades devido a vida difícil daquele tempo. Não havia lugar para um crescimento harmonioso e afetivo nem respeito pelas crianças. Com a evolução da sociedade alguns aspetos mudaram nas práticas sociais, principalmente atenção e a educação das crianças.

Os direitos da crianças

Surge um conjunto de documentos com normas especificas com os direitos das crianças

Art.1º-"A criança tem direito a igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade."

Art.2º-"A criança tem direito a ser compreendida e deve ter oportunidade de se desenvolver em condições de igualdade de oportunidades, com liberdade e dignidade."

Art.7º-"A criança tem direito á educação para desenvolver as suas aptidões, as suas opiniões e o sentimento de responsabilidade moral e social."

Os processos de reprodução e mudanças na sociedade atual

A nossa sociedade depende de um bom sistema educativo, as instituições como as creches, as escolas, os infantários contribuem para a socialização e integração social das crianças alem de acompanharem o seu crescimento. Direito ao bem-estar, a educação e formação, á privacidade são direitos das crianças, apesar de terem direitos elas também têm deveres.

As representações que temos das nossas responsabilidades sociais para com as crianças e por vezes as dificuldades sentidas pela família por não estarem mais tempo e dar mais atenção as crianças, levam a família a um excesso de cuidado em que as compensações materiais tem lugar.

A valorização da infância

Há seculos atrás as crianças eram confundidas como adultos a partir do momento em que deixavam de precisar da ajuda da mãe. A família desempenhava uma função de assegurar a transmissão da vida, dos bens e do nome, o conceito de educação não existia.

Hoje em dia a nossa sociedade depende de um sistema de educação esse foi o grande acontecimento nos tempos modernos a preocupação sobre a educação das crianças.




Lucas Monteiro Nº11



   

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Tipos de Família

Quando falamos de família, costumamo-nos referir a um conjunto de pessoas que estão ligadas por laços de parentesco.
Os laços de parentesco costumam abranger as relações constituídas por casamentos ou linhas de descendência consanguíneas (netos,pais,etc), em muitos dos casos pela adoção. As relações de parentesco são muito importantes na mobilização de redes de entreajuda familiar, para cuidar dos mais novos e dos mais velhos, para a inserção no mercado de trabalho dos jovens e no apoio á constituição de novas famílias.




Qual é a função da família?

A função da família é por exemplo os pais sonharem com as conquistas dos seus filhos quando eles forem maiores de idade. Quer que os filhos tenham um futuro brilhante, para que estejam preparados para entrar no mundo do trabalho. 

Formas de relacionamentos

Monogamia: Monogamia é uma forma de relacionamento em que um individuo tem apenas um parceiro, ou seja tanto sexual ou romântico, durante a sua vida ou durante períodos.
Dentro da monogamia existem outros tipos de monogamia.

Tais como:

Monogamia civil
Monogamia social
Monogamia sexual
Poligamia

Tipos de família

  • Unipessoais
  • Nucleares
  • Extensas
  • Monoparentais
  • Recompostas


Índice sintético de fecundidade
Podemos ver que em 1960 a nossa população tinha uma média de 3 filhos por cada família e ao longo dos anos esse número tem vindo a diminuir, como podemos ver em 2018 a média de filhos por cada família é de 1,42.



Hugo Cabreira Nº9 


Ambiente - riscos e incertezas

 

 

Na base de agressões à natureza e ao ambiente estão os modelos de desenvolvimento industrial, que sempre promoveram o consumo crescente de bens e serviços, descartando as consequências que daí poderiam resultar a nível da natureza.


Questões que habitualmente estão associadas às agressões ao ambiente são: 


  • a redução do efeito de estufa devido à produção de dióxido de carbono (CO2), o que tem levado ao aquecimento global do planeta;

  • a destruição da camada de ozono devido à emissão dos clorofluorcarbonetos - CFC (utilizados, por exemplo, nos sistemas de ar condicionado, sprays e sistemas de refrigeração frigorífica); este gás tem como função proteger a Terra das radiações ultravioleta do Sol, estas que são muito violentas para os seres humanos; 

  • a poluição, como a contaminação da água potável devido aos esgotos, aos efluentes, ao depósito de resíduos tóxicos e nucleares nos oceanos, ao uso de pesticidas na agricultura, etc.  

  • redução da biodiversidade devido à delapidação dos recursos naturais, como, por exemplo, a extinção das espécies animais e vegetais resultante da destruição de florestas, do avanço da construção urbana ou da caça sistemática de espécies animais. 


O ser humano tem estado perante a ameaça de riscos, desde que vive em sociedade. A diferença é que antes os riscos eram externos, isto é, tinham causas naturais, por exemplo, as secas e os terramotos. 

Hoje em dia, os riscos são, maioritariamente, resultantes da ação humana sobre a natureza. Embora ciclones, terramotos e inundações ainda ocorram nas sociedades atuais, o que as caracteriza são, por exemplo, as ameaças ecológicas, não sendo a sua origem apenas ligada ao ambiente natural, mas às ameaças decorrentes do impacto da industrialização sobre o meio ambiente, isto é, os riscos manufaturados.

Porém, o desenvolvimento industrial também está ligado ao aparecimento de outros riscos manufaturados, nomeadamente os que têm a ver com: 


  • a saúde - por exemplo, a atividade industrial emite gases que têm provocado a rarefação da camada de ozono, tornando prejudicial para a saúde uma longa exposição ao sol. 

  • o consumo - de produtos alimentares, que podem não ser seguros porque foram utilizados antibióticos na produção animal e pesticidas químicos e herbicidas na agricultura ou porque são geneticamente modificados.


Na sociedade atual, os problemas ambientais não estão limitados espacialmente, são globais, afetando todos os países e todas as pessoas. Tomemos como exemplo a rarefação da camada de ozono, esta tem impacto a nível mundial. Os elevados padrões de consumo dos países industrializados, bem como o processo acelerado da globalização, trazem consequências imprevisíveis e incontroláveis, aparecendo novas formas de agressão, diferentes das anteriores. 

Tendo isto em conta, os governos e os próprios organismos internacionais (como a União Europeia) começaram a tomar medidas no sentido de fiscalizar as atividades poluidoras, impor regras de fabrico e utilização de tecnologias não poluentes, e a definir políticas para ir ao encontro de soluções que recuperem o equilíbrio ambiental. No entanto, apesar de todas as medidas, políticas e acordos feitos entre países, não foram até agora considerados suficientes. 


Os riscos ecológicos são uma grande ameaça para o ambiente e para a saúde humana. Por exemplo, o aquecimento global, com as consequências já conhecidas das mudanças climáticas e do degelo das calotas polares, irá implicar a subida do nível das águas do mar e constituirá uma ameaça às populações residentes nas zonas costeiras. 

Assim, concorrem para a formação de uma sociedade de risco global (Ulrich Beck). 

O facto dos problemas ambientais serem globais tem levado ao aparecimento de movimentos sociais globais (como os movimentos ecológicos, que tentam alertar a opinião pública mundial para os problemas ambientais, divulgando de imediato através dos meios de comunicação) ou que, pelo menos, mesmo sendo locais, reivindicam a solução de problemas que têm implicações globais. 

O Fórum Económico Mundial considera que podemos integrar os riscos globais em cinco grandes grupos: económicos, ambientais, geopolíticos, sociais e tecnológicos. 

Nos riscos económicos temos como exemplos as crises fiscais e de liquidez, as falhas dos mecanismos e das instituições financeiras, os choques dos preços do petróleo, o desemprego crónico e a insuficiência de infraestruturas físicas das quais a atividade económica depende. Nos riscos ambientais temos, por exemplo, os desastres naturais (terramotos e tempestades geomagnéticas), os riscos manufaturados como o colapso dos ecossistemas, a escassez de água doce, acidentes nucleares e a perda da biodiversidade. Quanto aos riscos geopolíticos temos o terrorismo, os conflitos entre Estados, o crime organizado e comércio ilícito. Nos Riscos Sociais temos como exemplos as grandes disparidades de rendimento, ameaças à saúde pública, crises alimentares e disfuncionalidades das cidades. Por fim, temos os riscos tecnológicos como os ataques cibernéticos, a perda e roubo de dados, entre outros… 






Francisca Coelho, 12ºD. 

Indicadores Demográficos

Nas últimas décadas, as representações das famílias em Portugal acabaram por sofrer profundas alterações. Os indicadores demográficos do nosso país salientam a decorrente diminuição do número de filhos por casal e também da dimensão média das famílias; o decréscimo marcante das taxas de fecundidade; o aumento da idade face ao nascimento do primeiro filho; ao declínio moderado das taxas de nupcialidade; mudanças na forma de celebração do casamento (aumento do casamento civil e diminuição do casamento nas igrejas); o avanço da idade média do homem e da mulher ao primeiro casamento; a exagerada subida dos valores do divórcio e o aumento significativo dos nascimentos fora do casamento. 

Nupcialidade e Divórcio 

A nupcialidade é um ponto crucial para entender como é feita a formação e por muitas vezes a separação das famílias, dado que é ligado diretamente ao estado civil dos indivíduos, ou seja, se estão solteiros, casados, separados, divorciados ou viúvos. Por meio da nupcialidade também é possível saber se o casamento foi realizado na igreja ou apenas pelo civil. 

Em Portugal, os números de casamentos têm vindo a diminuir ao mesmo passo em que o número de divórcios vêm tendo um certo crescimento acentuado (crescimento marcado pela legalização do divórcio em 1975). Os portugueses estão acabando por se casar mais tarde e podemos verificar também em muitos lugares que enquanto o casal possui mais filhos, o divórcio passa a não ser cogitado. 




 

Taxa de fecundidade 

Taxa de fecundidade significa uma estimativa do número médio de filhos que uma mulher tem ao longo de sua vida. Sobre essa taxa, podemos observar um decréscimo relevante por conta, principalmente, do adiamento do primeiro filho e também pelo casamento tardio (antigamente, as mulheres acabavam por se casar muito cedo e sua função era somente a de procriar e cuidar da casa). São vários os fatores que explicam o adiamento do primeiro filho: a mulher obteve uma maior independência ao longo dos anos e passaram a desempenhar cargos além da vida doméstica, ou seja, começaram a dedicar mais a sua vida ao trabalho e também na vida social e respetivamente deixaram de ter a obrigação de apenas procriar. Outro fator de devida importância, é a introdução de mais métodos contracetivos, o que dificulta a procriação (a diminuição da gravidez na adolescência acaba por ser menor simplesmente pelo fato da introdução desses métodos e também por conta do maior conhecimento sobre a educação sexual).  








Gabriela Trigo, n°8, 12°D

Violência Intrafamiliar

  Violência Intrafamiliar É considerado como uma forma de violência intrafamiliar qualquer ação que afete negativamente o bem-estar, a integ...